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Mostrando postagens com o rótulo Dia 6

Pequeno rebelde

Pedrinho era um menino esperto, curioso. No auge dos seu 7 anos de idade começava a experimentar a paciência dos adultos e a testar seus limites. Estava levando sua mãe e sua professora à loucura com os palavrões que dizia. Repreende-lo parecia não funcionar mais. Uma tarde, na casa de sua tia, cada frase do garoto vinha enfeitada por um palavrão. Diante de tantos "nomes feios" a tia do menino teve uma ideia: – Pedrinho, que tal um jogo? Vamos falar palavrão até cansar. Quem sabe assim você enjoa. As regras são: eu digo um, você diz outro. Não podemos repetir. O primeiro a desistir, perde. Aceita? Você começa. – Cocô, disse o garoto. – Bunda. – Merda. – Filho duma égua. – Cu. – Porra, disse a tia. Silêncio. – Vai Pedro, sua vez. Silencio. – Cocô, diz ele. O permitido, afinal, era algo chato. Pedro não se sentia um transgressor de regras. Não era desafiado, nem desafiava ninguém com sua costumeira desobediência. E o menino nem conhecia tantos palavrões as...